Melhores momentos do maior carnaval do Baixo Parnaíba!
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Povoado Centro Velho: mais uma comunidade que recebeu estrada esse ano
A obra faz parte do convênio de 95km de estradas vicinais, firmado entre prefeitura de Chapadinha e Governo do Estado. (clique)
Povoado Olho D’água Seco: depois de mais de 70 anos os moradores podem dizer que tem estrada!
Dona Maria Rosa, mais conhecida por Branca, vive há 74 anos no povoado Olho D’água Seco. O desejo dela, assim como o de todos que moram no local, era o mesmo: poder dizer, pela primeira vez, que tem uma estrada de verdade. (clique)
A brutalidade causada pelo médico do Hospital das clínicas em Chapadinha (HCC) foi de grande tristeza e dor entre a população. Dezenas de pessoas foram ao necrotério do Hospital Antonio Pontes de Aguiar (HAPA) para ver com seus próprios olhos aquilo que jamais poderia ter acontecido: Um bebê com o pescoço totalmente degolado em 360º.
D. Osmarina, avó, conta que sua filha estava muito feliz e não via a hora de receber Noé, seu filho que já era amado pelos seus dois irmãos antes mesmo de nascer. Tudo já estava previsto para que o parto fosse feito pelo Dr. Raimundo que a tinha acompanhado todo o pré Natal. Noé infelizmente estava mal posicionado na barriga da mãe e somente um parto cesário poderia resolver.
O médico clíníco Dr. Sergio foi avisado através da parturiente e também da avó do bebê que ela não poderia jamais dar a luz de forma normal. Mas a tragédia aconteceu, não sabemos ainda detalhes, mas o que D. Osmarina relata é que o médico tentou sem sucesso forçar um parto normal sem nenhuma condição. Apenas o corpo do bebê foi expelido.
A avó acredita que o médico cortou a cabeça do bebê rente ao pescoço e que após fez uma cesária apenas para retirar o crânio. Uma ACS que estava no necrotério revelou que nesses 8 dias, Noé não foi a primeira vítima, ela se prontificou em depois conceder uma entrevista no rádio e na internet para maiores detalhes sobre os constantes erros no HCC.
Brevemente iremos procurar a mãe de Noé e fazer uma entrevista com áudio e vídeo com todas as informações.
Veja as declarações de repúdio e revolta sobre o caso de Nóe no Facebook.
Aconteceu no final desta tarde (12) em Chapadinha algo que passou dos limites daquilo que chamamos de medicina. Uma bebê recém nascido do qual recebeu o nome de Noé, foi totalmente degolado em um parto forçado no Hospital das Clínicas (HCC).
A mãe, Maria concebida, que reside no bairro da Vila Isamara, apresentou sinais de parto, no entanto D. Osmarina, avó do bebê, apresentou o resultado da ultrassonografia ao Dr. Sergio antes do parto dizendo que amanhã o Dr. Raimundo faria a cesária.
A avó disse que Dr. Sergio tentou fazer um parto normal mesmo sabendo todos os riscos. Após algumas horas o mesmo trouxe Noé numa caixa dizendo que infelizmente o bebê não resistiu, porém o médico recomendou que fizesse um enterro sem desenfaixá-lo. D. Osmarina ficou abismada com aquela atitude e levaram imediatamente para que a mãe visse seu filho pela última vez.
Quando abriram a caixa perceberam manchas de sangue na altura do pescoço. Qual foi a decepção quando desenrolaram a criança. Seu pescoço estava decepado e costurado ao corpo. Imediatamente o Conselho Tutelar, membros do Conselho de Saúde e polícia militar foram acionados no intuito de fazer os procedimento para ser apurados pela justiça.
Grande foi a movimentação no necrotério do Hospital Antonio Pontes de Aguiar (HAPA). O corpo ainda está aguardando um médico perito para análise de perícia do cadáver. Breve postaremos mais fotos e vídeos do caso NOÉ.
Hoje pela manhã (12) eu vivi uma verdadeira aventura no Hospital Antonio Pontes de Aguiar (HAPA), onde o cômico pode se misturar ao trágico. Tudo por causa da demora no atendimento do Ortopedista, Dr. Ezon, além do aparelho de radiografia quebrado e a falta de lençóis.
Minha esposa e eu Tivemos de levar sua avó ao HAPA para se consultar com o ortopedista. A sorte era certa visto que minuto antes eu havia telefonado e constatado sua presença no hospital, coisa rara que acontece a cada 8 dias, quando o mesmo não vem por falta de pagamento de seus trabalhos.
O pior estava para acontecer. Ficamos aguardando praticamente uma hora o médico chegar. Contam que o Dr. Ezon sempre aproveita sua visita a nossa cidade para fazer um "biquinho extra" em clinicas particulares e por isso é um vai-e-vem danado.
Por sorte a secretária de saúde, Dr. Coutinho estava no hospital. Fui a 1ª enfermaria falar com ela, mas ao me deparar no quarto onde fica os leitos para pacientes em observações, ouvi a revolta de duas pacientes que já tinha insistentemente pedido lençóis as enfermeiras, porém negado dizendo não haver.
Conversei com Orinaldo, um dos administradores, mas o mesmo não pode resolver alegando que não tinha água sanitária para lavar os lençóis sujos e portanto não havia nenhum disponível. Mostrei uma das jovens deitada com lesões expostas deitada numa cama totalmente aquecida sem nenhum pano para forrar o colchão.
Nesse momento entra em cena a Dra. Coutinho. Fui a enfermaria e lhe peguei pelo braço para mostrar que todos os desabafos nas reuniões do Conselho Municipal de Saúde eram verdadeiros e que agora lhe mostraria na prática.
A secretária ficou totalmente revoltada, e mobilizou muitos funcionários a dar conta dos lençóis. Ela disse que havia comprado uma quantidade extra para suprir a necessidade e que não admitiria aquela situação. Foi um maior alvoroço por conta de uma jovem chamada Jane, responsáveis pelos lençóis não está presente e a falta de contato com a mesma. Dra. Coutinho disse que se fosse preciso arrebentasse o armário porque ela não sairia de lá sem ver os cobertores. Foi um Deus nos acuda !! Finalmente arrobaram o armário e felizmente as pacientes puderam se sentir mais confortável.
Agora vamos voltar aos outros 2 problemas. A secretária realmente estava disposta e muito solícita. Dra Coutinho diversas vezes ligou para o Dr. Ezon na tentativa de localizá-lo, mas infelizmente a operadora Vivo, estava nesta manhã, mais para "morto" do que "vivo". Enquanto aguardávamos o ortopedista, a secretária esteve visitando a sala de radiologia, onde o aparelho havia dado problemas no dia anterior. Ela providenciou que um técnico dessem uma olhada e o mesmo disse que precisaria comprar umas peças em São Luis e que hoje infelizmente não seria possível o conserto.
Nessas horas minha esposa já estava estressada comigo, porque fiquei muito tempo na companhia da secretária, resolvendo problemas aqui, outro ali. Mas depois de muito tempo localizaram o ortopedista e até que enfim atendeu a vovozinha. Porém infelizmente ele não conseguiu visualizar o deslocamento do ombro da paciente por causa do problema do aparelho de Raio-X. O jeito foi colocar uma atadura, prescrever nimesulida e mandar para casa, dizendo que eu deveria voltar todos os dias no hospital para ver se consertaria o aparelho e aguardá-lo até a próxima quarta-feira dia 18 deste mês.
Ouça o áudio e o vídeo de mais um episódio do drama chamado HAPA.
A alienação é um fenômeno inerente ao ser humano, uma vez que o mesmo influencia e é influenciado pelo meio. Há quem a defina como a perda da própria identidade, dependência, falta de autonomia, ocasionando a apatia, a indiferença, a passividade, a falta de interesse. O homem cria instituições, leis, direitos etc., porém, não se sente criador e sim, criatura. (Inez Geralda da Silva)
Seu pensamento crítico é livre ou é moldado pelo sistema político corrupto ? É impressionante o caráter de pessoas que vivem alienado e procuram taxar os outros como iguais.
"O Hospital Antonio Pontes de Aguiar volta a receber críticas de blogs da oposição ligada ao ex-prefeito Isaias Fortes."
Para os blogueiros alienados que vivem na sombra da corrupção e sobrevive de tais bajulações, toda e qualquer crítica relacionado ao desgoverno é logo rotulado de oposição. Eles são pagos exclusivamente para velar as verdades ou tentar maquiar as informações.
Veja as opiniões publicadas no Face quanto ao assunto abordado:
"O Hospital Antonio Pontes de Aguiar volta a receber críticas de blogs da oposição ligada ao ex-prefeito Isaias Fortes. A denúncia da vez é de que um médico de plantão tem reiteradamente se negado a sair do quarto de repouso médico para atender pacientes."